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Como saber o que faz respirar a alma?

 

"Geografias corporais: dança, corpo e deficiência" é o resultado de um trabalho realizado com Ana Gilbert que associa ficção, fotografia e ensaio. Inclui um conjunto de contos inéditos que escrevi propositadamente para este projecto.
Pode ser visto e lido na revista Interface.

RESUMO
O projeto Geografias Corporais resulta de uma parceria entre dança, fotografia e literatura, entre artistas do Brasil e de Portugal, entre academia e arte. São narrativas imagéticas e literárias em torno do diálogo entre múltiplas corporeidades, com o intuito de desestabilizar a ideia de corpo normal como universal. Surge do interesse em analisar como corpos normativos e não normativos experienciam a dança como forma de habitar suas geografias corporais e de definir seus contornos físicos, psíquicos e discursivos na relação entre movimento e imobilidade. O trabalho foi realizado com participantes do grupo Te Encontro Lá no Cacilda, em 2018, configurando uma pesquisa artística. As narrativas de corporeidade produzidas ao dançar foram captadas e traduzidas em fotografias, configurando textos visuais que, posteriormente, somados a conversas entre fotógrafa e escritor, serviram de base para a criação de textos ficcionais.

O bem dos outros

Crónica para o Jornal de Leiria.

Contamos com todos

Um conto quase tão velho como eu a quem o Bruno Batista deu nova vida.

#ficaemcasa

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