O céu sentia-se sozinho. Por vezes, olhava o mar; e, vendo-se ali reflectido, podia tentar acreditar que estava perante outro céu. Claro que sabia que se estava a iludir; ainda assim, havia alturas em que conversava com o mar, imaginando-o um céu divertido e interessante. Mas nunca se queixava da solidão; tinha vergonha.