"Olha-se ao espelho e não sabe o que vê. Também não sabe o que sente; quantas sensações já terá sentido para as quais não existe nome? Sensações que não podem ser captadas nem classificadas por uma palavra, e portanto talvez não possam ser realmente apreendidas ou compreendidas em toda a sua complexidade. O que fazer com o que se sente e não se consegue explicar?"
Aviões de papel
2020