Reunidos em congresso, os cientistas debatiam sobre quais poderiam ser as melhores formas de alcançar a imortalidade na espécie humana. Todas as hipóteses avançadas pareciam vindas de livros de ficção científica, e nem todos bons livros. Até que o único cientista presente que ainda não recebera o prémio nobel sugeriu: e se arranjássemos uma forma de a morte se apaixonar?