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Mente-me e seremos mais felizes



Breves e inconsequentes explicações sobre mentir. Entrevista aqui.

Mente-me e seremos mais felizes


Depois do sexo e antes de adormecer, citam-se os clássicos (I)

EU: Achas que devemos dizer sempre a verdade?
TU: Sempre, como?
EU: Num casamento, por exemplo.
TU: Bom, não foi o Proust que afirmou que passamos a vida a mentir, sobretudo àqueles que mais amamos?
EU: Julgo que sim. Mas antes já o Nietzsche dissera que se os esposos não vivessem juntos, haveria mais matrimónios felizes.
(Risos.)




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Mente-me e seremos mais felizes


Vencedor do Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco / APE e um dos principais exploradores da narrativa breve e do conto em língua portuguesa, Paulo Kellerman regressa com uma antologia de 82 micronarrativas em forma de diálogo onde explora de forma incisiva, provocatória e desconcertante a incapacidade de gerir o silêncio e lidar com as verdades mais íntimas e inconfessáveis no âmbito dos relacionamentos afectivos.