Os dois miúdos caminhavam por um atalho da floresta quando, nunca curva, encontraram um anjo caído no meio da estrada. Pareceu-lhes que se tinha despistado lá nos caminhos do céu e embatido numa árvore. Como acontece a qualquer pessoa normal, sentiram-se atraídos pelo acidente e foram averiguar. O anjo estava em más condições, mas respirava. Telefonaram para o número de emergência das pessoas porque não sabiam qual o número de emergência dos anjos e ficaram à espera. Quando os bombeiros chegaram e o levaram (gemia bastante, talvez se salvasse), retomaram a caminhada. Já tinha passado um bom bocado quando um disse: e se fôssemos à praia? Pode ser que nos apareça uma sereia, tinha mais jeito do que um anjo.